Como funciona a licença da sua empresa — e o que ela vê sobre você
A conta é sua. A empresa não vê nada do que você faz aqui.
Você recebeu um código porque a empresa onde trabalha pagou por uma licença do Alicerce. Esta página existe para ser conferida, não para ser acreditada: ela separa, frase por frase, o que já é assim hoje daquilo que é compromisso escrito para quando a parte que falta for construída.
O que a sua empresa vê
Hoje, nada digital. A sua empresa assinou um contrato, pagou por um número de licenças e recebeu os códigos em papel. Não existe tela de empresa, não existe login de empresa e não existe relatório de empresa: quem opera o contrato, do começo ao fim, é o Alicerce.
Quando a empresa tiver a própria tela, ela vai ver duas coisas. A primeira é o contrato que ela mesma assinou: quando começa, quando termina, quantas licenças comprou e qual desconto negociou. A segunda são cinco números:
- quantas licenças ela comprou;
- quantas já viraram código;
- quantas foram usadas;
- quantas sobraram;
- quantas contas estiveram ativas no mês.
Além desses cinco, uma única conta a mais: quantos códigos foram gerados e continuam parados há tempo demais, para a empresa recuperar a licença de um papel que se perdeu no caminho. E nada além disso: sem separar por área, por andar, por equipe — e, acima de tudo, sem separar por pessoa.
O que a sua empresa nunca vai ver
Esta lista não é uma promessa de esconder. É a relação das coisas que não existem no caminho da empresa e que não vão passar a existir:
- quem você é: o seu nome, o seu e-mail, o seu telefone;
- o que você faz aqui dentro: que telas abre, o que registra, quando entra;
- quanto você tem, quanto você ganha, quanto você gasta;
- qualquer busca por pessoa, e qualquer lista de pessoas;
- uma fatura no seu nome — a cobrança é do contrato, não sua.
Uma coisa o Alicerce sabe: qual licença é a sua. Precisa saber, para não cobrar de você uma assinatura que a sua empresa já pagou. Esse registro fica do lado do Alicerce, e não existe caminho — tela, relatório, pedido ou exportação — que leve a sua empresa até ele.
E uma coisa a sua empresa vai poder ver, quando tiver a tela: se um código que ela entregou já foi usado, ou se continua parado. É assim para ela recuperar a licença de um papel que se perdeu no caminho. O que aparece ali é o código — nunca o seu nome, nunca o que você faz aqui dentro. Mas, se ela anotou a quem entregou aquele papel, ela vai saber que aquele papel foi usado. Preferimos dizer isto a prometer o contrário.
O que acontece quando você sai da empresa
A conta é sua. Hoje não existe, dentro do Alicerce, nada que faça a sua saída de uma empresa apagar, bloquear ou passar para outra pessoa o que é seu: não existe a tela, não existe o pedido e não existe o processo.
E é isso que fica escrito para quando essa parte for construída: a sua conta não é apagada. Ela continua sua, com o seu histórico e os seus números.
Você vai continuar com acesso sem pagar nada por um tempo: seis meses se a saída for sua, três meses se for a empresa que encerrar o contrato. Passado esse prazo, você escolhe se continua — e escolher não continuar também não apaga nada.
A empresa vai poder pedir que a sua conta seja excluída. Só isso: pedir. Quem decide é você, dentro da sua conta, pelo mesmo caminho de sempre.
Quando alguma coisa mudar no seu acesso, você vai receber um aviso. Esse aviso não vai dizer o motivo da mudança — o Alicerce não sabe por que você saiu, e não pergunta.
A conta dura para sempre; o emprego não.
Se você se cadastrou com o e-mail do trabalho, cadastre um e-mail que você sempre acesse: é por ele que o Alicerce fala com você.