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Qual o Melhor Jeito de Usar o Screening de Fundos na Alicerce Econômico?

Descubra como filtrar fundos por Dividend Yield, taxa de administração e outros critérios para encontrar oportunidades na plataforma Alicerce Econômico.

Marcelo Campbell18 de abril de 202611 min

Introdução

Já se perguntou por que algumas pessoas parecem encontrar os melhores fundos de investimento antes de todo mundo? Não é mágica, nem “dica quente” de corredor: é método. E se eu te disser que o segredo pode estar em saber usar a ferramenta certa, do jeito certo? Pois é, hoje vamos mergulhar no universo dos filtros avançados de fundos e responder à pergunta que não quer calar: Qual o Melhor Jeito de Usar o Screening de Fundos na Alicerce Econômico?

Se você já ficou perdido em meio a dezenas, centenas ou até milhares de opções de fundos, respire fundo: você não está sozinho. É como entrar em uma loja gigante de sapatos sem saber o seu número — bonito não falta, mas qual serve para você? Por isso, filtrar fundos por Dividend Yield, taxa de administração, histórico de rendimento e outros critérios pode ser o seu atalho para investir melhor, sem perder tempo (e sem cair em armadilhas).

Neste artigo, vou te mostrar como tirar o máximo proveito do screening de fundos da Alicerce Econômico, passando por conceitos básicos, dados oficiais, dicas práticas e exemplos concretos. E tudo isso sem “economês”, porque aqui ninguém quer sair com dor de cabeça — só com mais confiança para escolher bons fundos. Bora descobrir juntos?


O que é screening de fundos e como ele pode facilitar sua vida?

Antes de mais nada: o que significa esse tal de “screening”, afinal? Calma, não é nada de outro mundo. Screening é só um nome chique para aquilo que a gente já faz no dia a dia: filtrar e selecionar. Sabe quando você vai comprar passagens aéreas e coloca o filtro “voo direto” ou “menor preço”? No mundo dos investimentos, o screening de fundos funciona do mesmo jeito. Você define o que está procurando, e a plataforma mostra só os fundos que combinam com o seu perfil e objetivo.

Na Alicerce Econômico, o screening de fundos é como um filtro avançado de busca. Você pode escolher critérios como:

  • Dividend Yield: quanto o fundo costuma pagar de dividendos, ou seja, aquele dinheirinho que pinga na sua conta sem você precisar vender nada.
  • Taxa de administração: quanto o fundo cobra para cuidar do seu dinheiro. Menos taxas, mais dinheiro no seu bolso.
  • Classe do fundo: renda fixa, multimercado, ações, imobiliário, entre outros.
  • Histórico de rendimento: como o fundo se saiu nos últimos meses ou anos.
  • Patrimônio líquido: o tamanho do fundo (tipo saber se o restaurante tem muita ou pouca clientela).
  • Liquidez: facilidade de transformar seu investimento em dinheiro na hora que precisar.

Imagine você tentando encontrar um filme para assistir num catálogo com milhares de títulos, mas sem poder filtrar por gênero, duração ou avaliação. Difícil, né? O screening te permite ajustar todos esses “filtros” nos fundos de investimento. Assim, você não perde tempo analisando opções que não têm nada a ver com o que você quer.

E o melhor: na Alicerce Econômico, o screening é intuitivo, visual e cheio de informações úteis. Não é só uma lista seca de nomes — você consegue comparar, analisar e tomar decisões com mais segurança.


O que dizem os números oficiais sobre fundos de investimento no Brasil?

Agora que você já entendeu o conceito, vamos dar uma olhada no cenário dos fundos de investimento no Brasil. Saber disso ajuda a entender por que o screening virou uma ferramenta essencial para quem quer investir melhor.

Segundo a ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), o Brasil tinha, em 2023, mais de 27 mil fundos de investimento registrados. Isso mesmo: mais de vinte e sete mil! Já imaginou tentar analisar tudo isso “no olho”? Impossível.

E não é só a quantidade que impressiona. O patrimônio total investido em fundos ultrapassou a marca de R$ 8 trilhões em 2023, de acordo com a própria ANBIMA. Isso mostra que, cada vez mais, os brasileiros estão usando fundos para diversificar os investimentos — ou seja, não colocar todos os ovos na mesma cesta.

Mas como saber qual fundo combina com seu objetivo? Será que os fundos com maior Dividend Yield sempre são os melhores? E a taxa de administração, faz tanta diferença assim? Para responder essas perguntas, vamos comparar alguns dados reais em uma tabela simples:

CritérioMédia dos Fundos de AçõesMédia dos Fundos ImobiliáriosMédia dos Fundos de Renda Fixa
Dividend Yield (12 meses)1,5%7,2%1,2%
Taxa de Administração1,8%1,1%0,9%
Liquidez (dias)3051
Patrimônio Médio (R$ mi)25090120

Fonte: ANBIMA e B3, dados de 2023.

Dá para perceber que cada tipo de fundo tem características próprias. Fundos imobiliários, por exemplo, costumam pagar mais dividendos, mas podem oscilar mais no preço das cotas. Já fundos de renda fixa têm liquidez maior (ou seja, você consegue resgatar mais rápido), mas pagam menos em dividendos.

Outro dado interessante: segundo a B3, o número de investidores em fundos saltou de 3,5 milhões em 2019 para mais de 6,2 milhões em 2023. Ou seja, cada vez mais gente precisa de ferramentas para filtrar e comparar opções.


Como usar o screening de fundos da Alicerce Econômico para encontrar oportunidades?

Chegou a hora de colocar a mão na massa! Afinal, saber que o screening existe é o primeiro passo, mas como usar na prática para encontrar oportunidades que realmente fazem sentido para você?

1. Defina seu objetivo e perfil

Antes de sair filtrando tudo, vale a pena se perguntar: o que eu estou buscando? Renda extra mensal? Crescimento do patrimônio no longo prazo? Segurança acima de tudo? Pense nisso como escolher um prato num restaurante: você está com fome de quê? Se você quer uma “renda pingando todo mês”, talvez o filtro por Dividend Yield seja mais interessante. Se quer segurança, pode priorizar fundos de renda fixa e checar o histórico de rendimento.

2. Use os filtros de forma estratégica

Na tela do screening de fundos da Alicerce, você vai ver opções para filtrar por:

  • Dividend Yield: digite o percentual mínimo que você espera receber por ano. Quer um fundo que pague pelo menos 6% ao ano? É só filtrar.
  • Taxa de administração: coloque o teto máximo que aceita pagar. Lembre-se: taxas altas comem seus rendimentos no longo prazo!
  • Classe do fundo: selecione se prefere renda fixa, ações, multimercado ou imobiliário.
  • Histórico de rendimento: veja fundos que tiveram boa performance nos últimos 12, 24 ou 36 meses.
  • Liquidez: escolha só fundos que permitam resgate rápido, se isso for importante para você.
  • Patrimônio líquido: filtre por fundos maiores ou menores, conforme seu gosto (os maiores costumam ser mais estáveis, mas os menores podem buscar oportunidades diferentes).

É como usar um app de delivery: quanto mais certeiro for no filtro, mais rápido chega no prato certo (ou, no caso, no fundo certo).

3. Compare os resultados

Depois de aplicar os filtros, a plataforma mostra uma lista de fundos que batem com o que você buscou. Aí vem uma dica de ouro: compare! Não se prenda só ao Dividend Yield, por exemplo. Veja também a taxa de administração, o histórico de rendimento e a liquidez. Uma boa escolha normalmente é o “pacote completo”, não apenas um critério isolado.

4. Veja detalhes e simule na carteira virtual

Achou opções interessantes? Clique para ver detalhes de cada fundo: histórico, composição da carteira, taxas, regras de resgate. Aproveite para usar a carteira virtual da Alicerce e simular como esses fundos se encaixariam nos seus planos. Assim, você sente na pele (sem arriscar de verdade) qual seria o impacto de cada escolha.

5. Fique de olho nos rankings e atualizações

O mercado muda o tempo todo. Por isso, vale sempre conferir os rankings atualizados da Alicerce para ver quais fundos estão se destacando em diferentes critérios — seja em rendimento, em menor taxa, ou em número de cotistas.


Quais são os principais erros ao filtrar fundos e como evitá-los?

Até aqui, tudo parece simples, mas na prática muita gente tropeça em alguns erros clássicos. Que tal aprender com eles (sem precisar quebrar a cara)?

Erro 1: Focar só no rendimento passado

É tentador filtrar só pelos fundos que mais renderam no último ano, né? Mas lembre-se: rendimento passado não garante futuro. O fundo que bombou ano passado pode não repetir a dose agora. Use o histórico como referência, mas olhe também para consistência e estratégia.

Erro 2: Ignorar as taxas

Aquela taxa de administração “pequenininha” faz diferença gigante no longo prazo. Já viu aquele ditado “de grão em grão, a galinha enche o papo”? Pois é, de taxa em taxa, o gestor enche o bolso — e você pode ficar para trás.

Erro 3: Não analisar a liquidez

Você pode até encontrar um fundo campeão de rendimento, mas se precisar do dinheiro e só puder sacar daqui a 90 dias, pode ser um problema. Sempre cheque em quantos dias o dinheiro volta para sua conta.

Erro 4: Não diversificar

Colocar tudo em um fundo só pode ser arriscado. O ideal é usar o screening para montar um “time” de fundos que se complementam. Assim, se um não vai tão bem, os outros seguram a onda.

Erro 5: Esquecer de revisar periodicamente

O fundo que era ótimo ontem pode perder qualidade amanhã. Sempre revise sua carteira e refaça o screening periodicamente.

💡 Dica Alicerce: Use o screening de fundos da plataforma para revisar sua carteira a cada trimestre. Assim, você garante que está sempre com opções atualizadas. Que tal testar o screening agora mesmo?


Como interpretar os resultados do screening para tomar melhores decisões?

A esta altura, você já sabe filtrar, comparar e evitar os erros mais comuns. Mas como interpretar o que aparece na tela? O segredo está em olhar para o conjunto da obra, e não só para um ponto isolado.

O que significa um Dividend Yield alto?

Um fundo imobiliário que paga 8% ao ano em dividendos pode parecer irresistível, mas é importante checar por que esse rendimento está alto. Será que não está vendendo ativos para pagar dividendos? Ou será que o preço da cota caiu muito, inflando o percentual? Analise o contexto, não só o número seco.

Taxa de administração: o que é “aceitável”?

Fundos de renda fixa costumam ter taxas de administração mais baixas (alguns até isentos). Já fundos multimercados ou de ações podem cobrar mais pelo trabalho de escolher investimentos “a dedo”. O importante é que a taxa seja compatível com o serviço prestado e não “coma” todo o rendimento.

Patrimônio líquido: tamanho importa?

Fundos muito pequenos podem ter dificuldade para diversificar, enquanto fundos gigantes podem ser mais “conservadores” nas escolhas. O ideal é olhar para o tamanho, mas também para a gestão e a estratégia.

Rendimento passado: regularidade conta mais que picos

Prefira fundos que entregaram bons resultados de forma consistente, em vez daqueles que deram um “sprint” em um ano e depois ficaram para trás.

Liquidez: combine com seus objetivos

Precisa de dinheiro rápido? Dê preferência a fundos com liquidez diária ou semanal. Se pode esperar, talvez valha buscar rendimentos maiores em fundos com liquidez menor.

Confira um resumo prático de como interpretar os principais filtros:

CritérioO que analisar?Dica prática
Dividend YieldRegularidade, não só valorCheque se é sustentável
Taxa de administraçãoBaixa, mas compatívelCompare sempre
Hist. rendimentoConsistênciaPrefira regularidade
LiquidezQuantos dias para resgatar?Combine com seus planos
PatrimônioNem muito pequeno, nem giganteAnalise junto com gestão

Se quiser ver como esses filtros funcionam na prática, basta pesquisar fundos na Alicerce Econômico e experimentar diferentes combinações.


Conclusão

Chegamos ao fim desse passeio pelo universo dos filtros de fundos, e — se você leu até aqui — já está vários passos à frente da maioria dos investidores iniciantes (e até de muita gente experiente). Viu como, ao saber qual o melhor jeito de usar o screening de fundos na Alicerce Econômico, você ganha tempo, clareza e aumenta suas chances de tomar decisões mais inteligentes?

Vamos recapitular os pontos principais:

  • O screening de fundos é um filtro avançado que ajuda a selecionar só os fundos que combinam com seus objetivos e perfil.
  • No Brasil, são milhares de fundos disponíveis — analisar tudo no olho é impossível, mas com o screening da Alicerce, fica fácil comparar Dividend Yield, taxas, liquidez e outros critérios essenciais.
  • Usar os filtros de forma estratégica (não só olhando para um número) te protege de armadilhas e aumenta suas chances de encontrar boas oportunidades.
  • Revisar periodicamente sua carteira e não se prender só ao histórico de rendimento são atitudes que fazem toda a diferença no longo prazo.
  • Interpretar os resultados do screening é tão importante quanto saber filtrar: contexto é tudo!

Lembre-se: investir bem não é questão de sorte, e sim de método. E método é o que a Alicerce Econômico oferece de sobra.


Se você quer continuar aprendendo e explorando mais ferramentas para turbinar seus investimentos, não deixe de usar o screening de fundos e experimentar outras soluções na plataforma — tem desde análises de ações, simuladores, até calculadoras para facilitar sua vida. O próximo passo é seu!


Marcelo Campbell — Alicerce Econômico

Este artigo tem caráter exclusivamente educacional e não constitui recomendação de investimento.

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